segunda-feira, 14 de junho de 2010

Sentidos

Mãos pequenas, sensibilidade

mais aguçada


QUANTO MENOR a área da pele, mais densamente ela é povoada por receptores táteis: execução de tarefas manuais minuciosas costuma ser uma habilidade feminina.



Revista Mente & Cérebro n° 205, pág. 19, de fevereiro de 2010


Resultados de um estudo recém-públicado no The Journal of Neuroscience por cientistas da Universidade McMaster em Ontário, no Canadá, apresentam evidências de que mãos com dedos menores têm sensibilidade tátil mais apurada. A pesquisa explica por que, em geral, mulheres têm maior capacidade de discriminar o toque. Embora os neurocientistas já soubessem da diferença de gênero para esse sentido, só agora foi possível demonstrar que o fator determinante dessa sensibilidade é, na verdade, o tamanho dos dedos. Esse efeito ocorre porque quanto menor a área da pele, mais densamente ela é povoada por receptores táteis, o que a torna mais sensível ao toque. Assim, é possível que homem de mãos pequenas tenha os dedos mais sensíveis do que mulher de mãos grandes.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Inclusão Social










Visitas guiadas para pessoas com deficiência


Revista Mente & Cérebro n° 207, de abril/2010, pág. 9


O Theatro José de Alencar (TJA), em Fortaleza, é o primeiro do país a ter um projeto completo de tradução e acessibilidade para pessoas com deficiência. Com programa de visitas guiadas, tradução e outros recursos, o espaço promove a inclusão no universo lúdico do teatro. A autodescrição, por exemplo, é uma técnica de narração adicional que descreve a ação, a linguagem corporal, as expressões faciais, os cenários e os figurinos durante o espetáculo, o que pode se extremamente útil para aqueles que não enxergam. A tradução é colocada entre os diálogos e não interfere nos efeitos musicais e sonoros do espetáculo. Com o projeto, os visitantes com deficiência têm a oportunidade de “ser apresentados” a pinturas, cores e formas encontradas no pátio, no hall, no palco principal, no jardim e no porão do teatro.

As visitas são marcadas todo dia 17 de cada mês, das 8 às 16 h, e devem ser agendadas. O público é acompanhado por voluntários do Grupo Legendagem e Audiodescrição (Lead), do Curso de Letras e Mestrado em Lingüística da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e do Grupo de Acessibilidade da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS).

Informações: tja@secult.ce.gov.br ou (85) 3101-2583.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Doenças Crônicas

Meditação “engrossa” o cérebro

para reduzir a dor

Revista Mente & Cérebro n° 207, de abril/2010, pág. 18


Pesquisas já mostraram que a prática da meditação zen pode reduzir o limiar de sensibilidade à dor, o que é particularmente interessante para pessoas que sofrem de doenças crônicas como artrite reumatoide ou fibromialgia. O mecanismo que explica esse efeito foi descoberto por pesquisadores da Universidade de Montreal, no Canadá. Por meio de técnicas de neuroimageamento, os cientistas observaram que uma estrutura central do

Cérebro – o córtex cingulado anterior – é mais volumosa nos adeptos da prática budista do que em pessoas que nunca meditaram. Essa área cerebral não só é responsável pelo processamento dos estímulos dolorosos como participa da emoção e da tomada de decisões. O estudo foi publicado na revista Emotion.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Efeito Lúdico












Palhaços contra a ansiedade pré-operatória

PREOCUPAÇÃO SOB CONTROLE: “terapia do riso” é tão eficaz quanto tratamento com fármacos em crianças antes da cirurgia, revelam resultados de pesquisa.

Revista Mente & Cérebro n° 205, pág. 22, de fevereiro/2010


Ter a companhia de palhaços antes de uma cirurgia reduz a ansiedade de crianças entre 3 e 8 anos tanto quanto uma dose de medicamento ansiolítico. Essa é a conclusão de um grupo de cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel. Eles dividiram os pacientes em três grupos: um deles recebeu uma dose do analgésico midalozan 30 minutos antes da cirurgia; o segundo teve a visita de dois palhaços em três momentos: na chegada à ala pré-operatória do hospital, durante a entrada na sala de cirurgia e na aplicação da máscara de anestesia. No grupo-controle nenhum medicamento ansiolítico foi usado. Publicados na revista Pediatric Anaesthesia, os resultados mostraram que a terapia farmacológica foi tão eficaz quanto a lúdica e que ambas são melhores que qualquer outro tratamento. O estudo fornece bons argumentos par que hospitais invistam mais em projetos como Doutores da Alegria.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Aprendendo a Aprender

A escola do futuro será fonte de alimento para corpo e mente, uma comunidade meritocrática mas libertária, em que alunos e mestres se eduquem mutuamente.

Por Sidarta Ribeiro

Revista Mente & Cérebro n° 205, de fevereiro/2010, pág. 26



De onde vêm as desigualdades sociais? Uns enfatizam as diferenças individuais, pois com talento e esforço pessoas de origem humilde podem enriquecer, enquanto filhos de milionários fracassarão se forem inaptos.

Outros crêem que o destino de cada um reflete as chances tidas ou perdidas para desenvolver talentos. O bebê ao nascer sabe chorar, respirar, mamar, excretar, dormir e aprender.

E é justamente aí que se replicam as diferenças sociais, pois as oportunidades de aprender são desiguais entre as classes. Crianças pobres raramente moram em ambientes seguros e instigantes. Muitas escolas são apenas o refeitório da prole. O pacto proposto em novembro de 2009 pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é que educação seja estratégia política de Estado e não de governos circunstanciais. A revolução que o novo milênio reclama passa pela democratização das oportunidades de aprendizado.

A escola do futuro será fonte de alimento para corpo e mente, uma comunidade meritocrática mas libertária, em que alunos e mestres se eduquem mutuamente e valorizem a criatividade tanto quanto o trabalho árduo. Motivado a explorar um cardápio variado de ciências, humanidades, artes e esportes, todo aluno poderá descortinar seu universo particular de possibilidades, escolhendo o caminho que tiver melhor sabor.

Embora tal futuro esteja longe, progredimos. O bolsa-família inibe com eficácia o trabalho infantil que causa evasão escolar. Uma idéia interessante é a remuneração extra em função do desempenho acadêmico, favorecendo que filhos e pais se interessem pela qualidade do aprendizado. Embora isso soe menor que as recompensas intelectuais e estéticas do conhecimento, muitas famílias simplesmente não vêem na escola o melhor caminho para realizar sonhos.

Para que a instituição cumpra esse papel, é necessário dar aos professores bons salários e ótima formação continuada. Todo jovem precisa ter acesso adequado ao computador e à internet, num ambiente fértil que incite a descoberta, a transformação e a socialização. É preciso nutrir a autoestima, a curiosidade, o rigor e a ética, bem como certa irreverência diante do que se presume sabido. Empolgante aplicação desses princípios ocorre nas unidades da Escola Alfredo Monteverde, no Rio Grande do Norte, que recebem gratuitamente mil alunos da rede pública em turno complementar para uma imersão crítica na ciência.

Para que a revolução se complete precisamos ainda formar pesquisadores capazes de compreender melhor as bases biológicas, psicológicas e pedagógicas do aprendizado humano. Com esse objetivo, realiza-se em março o curso Primeira Escola Latino-americana de Ciências Educacionais, Cognitivas e Neurais, que reunirá, no Chile, 37 especialistas mundiais e 50 alunos de pós-graduação interessados em aperfeiçoar e criar métodos de ensino com base em evidências empíricas, isto é, testados de forma quantitativa em salas de aula.

Como membro do comitê organizador desse grupo, espero aprender mais sobre o aprender.

SIDARTA RIBEIRO é neurobiólogo com Ph.D. pela Universidade Rochefeller e pós-doutorado pela Universidade Duke. Atualmente é chefe de laboratório do Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS) e professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), onde investiga as bases neurais do aprendizado, comunicação, sono e sonhos.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O Bicho no Lugar do Terapeuta

por Sabine Althussen,
mestre em psicologia clínica pela USP.


Fonte: Revista Mente & Cérebro n° 208, de maio/2010.








Ao longo dos séculos, os animais sempre estiveram próximos do homem, participando de atividades de caça, tração, locomoção, pastoreio, guarda e companhia. Esses vínculos com bichos de estimação transformaram tanto o estilo de vida das pessoas quanto os hábitos dos bichos (embora na maioria das vezes eles sejam vítimas do ser humano). Nas últimas décadas, porém, surgiu um dado novo: o crescente interesse científico pelo estudo do potencial terapêutico dessa interação. Várias possibilidades de intervenção com a participação de animais têm aberto perspectivas de uso de recursos terapêuticos auxiliares para os profissionais da saúde e da educação. Atualmente, muitos reconhecem que em geral os cães reúnem características que facilitam a aproximação com pacientes, como disponibilidade para oferecer carinho, o que desperta o afeto nos seres humanos e instiga o desejo de cuidar do outro – ainda que esse outro seja um cão.

O primeiro relato da participação de animais em tratamento de saúde na sociedade ocidental contemporânea é do final do século XVIII, na Inglaterra. O Retiro de York, instituição psiquiátrica que empregava métodos terapêuticos considerados mais humanos para a época, mantinha coelhos, gaivotas, falcões e aves domésticas nos pátios e jardins frequentados pelos pacientes. Essas criaturas eram, geralmente, muito familiares, e acredita-se que, muito mais que um prazer inocente, despertavam sentimentos de sociabilidade e benevolência nos internos.



No século XIX houve um grande crescimento da participação de animais nas instituições mentais de vários países. Mais tarde, quando os primeiros textos científicos começaram a ser publicados, tal prática já não era tão rara. Em 1944, James Bossard escreveu um artigo sobre o papel dos animais domésticos na família, em especial para crianças pequenas. Mas foi na década de 60 que o psicólogo americano Boris M.Levinson iniciou uma série de estudos de situações clínicas nas quais a presença do animal era fundamental no processo terapêutico. Um cachorro, por exemplo, poderia satisfazer a necessidade humana de lealdade, confiança e obediência. A relação da criança com o animal permite nuances num nível intermediário, que diferem das interações estabelecidas com pessoas e objetos inanimados. Afinal, ainda nos primeiros anos é possível perceber que brinquedos não podem dividir sentimentos, pois não são viso, não crescem nem respondem. Segundo Levinson, diferentemente da relação que estabelece com a boneca, a criança pode conceber o animal como parte de si mesma, de sua família, capaz de passar pelas mesmas experiências que vive. Esse relacionamento oferece ao pequenos a possibilidade de se expressar com mais liberdade.

Posteriormente aos estudos de Levinson, merecem destaque as pesquisas dos psiquiatras Samuel e Elizabeth Corson. Na década de 80, eles usaram cães na psicoterapia em instituições psiquiátricas. A experiência foi realizada com 50 pacientes com alto grau de introversão que não respondiam ao tratamento convencional e relutavam em estabelecer contatos. Apenas três deles não apresentaram melhoras em seu estado clínico . Os demais desenvolveram gradualmente, desejo de independência, sentimento de autoestima e senso de responsabilidade.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Internet favorece agilidade mental de idosos

Neuroimageamento revela que após experiência tecnológica atividades de algumas regiões cerebrais aumentam


Não importa a idade nem a experiência prévia com mouse e teclado, o uso da internet faz bem ao funcionamento cerebral – e os resultados já aparecem depois de poucas semanas de treino. É o que constata um estudo realizado por neurocientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles apresentado na última reunião da Sociedade de Neurociências, em Chicago. Eles acompanharam um grupo de 24 pessoas saudáveis de 55 a 78 anos, sem familiaridade com computadores. Elas passaram por duas semanas de treino, nas quais fizeram exercícios de navegação e busca na internet durante uma hora todos os dias. Sua atividade cerebral foi analisada duas vezes, antes e depois do experimento, por meio de ressonância magnética funcional. Os resultados foram comparados aos de outro grupo que já usava computador diariamente. O neuroimageamento revelou que, após a experiência tecnológica, houve aumento da atividade de regiões do cérebro responsáveis pela linguagem, leitura, memória, habilidades visuais e tomadas de decisão. Além disso, o nível de atividade cerebral se equiparou ao do grupo que já lidava com computadores cotidianamente.

Fonte: Revista Mente e Cérebro, 15 de Janeiro de 2010, nº 204
Fonte da Imagem: © monkey business images/shutterstock

Comentário:

Sempre que puderem, as pessoas com mais de 50 anos, não só devem fazer uso da internet, mas também ter uma ocupação, um trabalho, leitura, aprender línguas, fazer palavras cruzadas e jogos do tipo xadrez, com uma certa disciplina em relação a horário. Também é recomendável ter compromissos sociais e praticar atividades físicas. Manter sempre uma atividade mental contribui para retardar ou até evitar as temidas demências (Alzheimer) das pessoas idosas.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Pesquisa: 98% das cidades brasileiras têm problemas ligados ao crack

Presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) critica plano de ação do governo federal
Rafael Moraes Moura - O Estado de S. Paulo

CNM. Mapeamento_do_Crack. 2010.pdf

BRASÍLIA - O consumo de crack já se alastrou pelo País, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgada na manhã de hoje, em Brasília. Levantamento feito com 3.950 cidades mostra que 98% dos municípios pesquisados enfrentam problemas relacionados ao crack e a outras drogas. "Falta uma estratégia para o enfrentamento do uso do crack. Não há integração entre União, Estados e municípios", alertou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Ziulkoski criticou o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado pelo governo federal em maio deste ano. "É um programa que não aconteceu, praticamente nenhum centavo chegou". Ao apresentar os números, ele disse que não avaliaria se a iniciativa teve intenções eleitoreiras. "Apenas estou trazendo números e realidades".

A CNM observa ainda que, embora haja um grande esforço para a redução da mortalidade infantil, não há política de Estado de prevenção à mortalidade juvenil. A confederação também ressalta a importância de ações na região de fronteira para impedir a entrada de droga no País.

Números. O estudo da CNM constatou que, dos municípios pesquisados, apenas 14,78% afirmaram possuir Centro de Atenção Psicossocial (Caps), que oferece atendimento à população e acompanhamento clínico de pessoas com transtornos mentais, entre eles usuários de drogas.

Quando o assunto foi a existência de programa municipal de combate ao crack, 8,43% das cidades alegaram possuir alguma iniciativa dessa natureza. Mesmo sem um programa definido e com a falta de apoio das demais esferas de governo, 48,15% dos municípios realizam campanha de combate ao crack, aponta a pesquisa.

Ações do governo. Em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que criou o Plano Integrado para Enfrentamento do Crack, destinando R$ 410 milhões com o objetivo de duplicar, ainda em 2010, o número de vagas para internação de usuários da droga. O plano também visa treinamento de profissionais na rede pública de saúde e assistência social para atender os usuários e a família, além de medidas de combate ao tráfico.

A presidente eleita Dilma Rousseff citou em diversas ocasiões o combate ao crack como uma de suas prioridades no plano de governo. Ainda como pré-candidata, Dilma afirmou que estava preocupada com a droga, que "mata, é muito barata e está entrando em toda periferia e em pequenas cidades", prometendo enfrentar "essa ameaça com autoridade, carinho e apoio."

Fonte: UNIAD

sábado, 30 de janeiro de 2010

Pisicoterapia Infantil

A Psicoterapia Infantil, destina-se a trabalhar com crianças de até 12 anos que apresentam alguma dificuldade de relacionamento social, escolar e familiar, problemas de comportamento como:

agressividade

hiper-atividade

apatia

problemas de medo excessivo

enurese noturna (urinar nas vestes dormindo)

encoprese (evacuar nas vestes)

insegurança

sentimento de culpa

baixa auto-estima

auto-imagem negativa

ou ainda situações de trauma (abuso sexual, violência física ou psicológica, abandono, perda de ente querido, etc.).

Através de jogos dirigidos utilizando-se de argila, areia, água, tinta, estórias, gravuras, desenhos, ferramentas e muitos outros materiais lúdicos, proporciona à criança a expressão livre de suas fantasias, medos e sentimentos, para que ela espontaneamente expresse o seu conflito interno.

Será feita uma entrevista inicial com os pais ou os cuidadores dessa criança para ouvir a queixa e também para explicar o método a ser utilizado, e como será feita a adaptação da criança à terapia.

Nessa ocasião, será discutido o valor dos honorários e será firmado um contrato verbal sobre dia e horário de atendimento, que pode ser flexível, mediante entendimento prévio.

Após algumas seções, os responsáveis serão convidados para uma orientação, visando uma maior compreensão e elaboração da dinâmica familiar.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Como Agendar a Psicoterapia

Você pode fazer terapia individual ou em grupo.

Para agendar seu horário ligue para (11) 9977-3298 (não esqueça de deixar seu nome e telefone na secretária eletrônica).

Ou envie um e-mail para: minespab@gmail.com

Entrevista inicial para procedimento individual

Será agendado um horário para um período de 60 minutos, ocasião em que o psicólogo ouvirá a queixa do cliente, irá expor seu método de trabalho e esclarecerá suas dúvidas.

Será firmado um contrato verbal sobre dia e horário de atendimento, que pode ser flexível, mediante entendimento prévio.

Nessa primeira entrevista discutiremos também os honorários e a forma de pagamento, levando em consideração a disponibilidade financeira do cliente e dependendo também do procedimento terapêutico a ser adotado e da freqüência semanal necessária.

Procedimento para grupo

Uma pessoa interessada em participar de grupos terapêuticos deverá agendar uma entrevista com uma das psicólogas para um primeiro contato e verificar a disponibilidade de horário em função dos grupos existentes.

Nesse caso, o dia e horário de atendimento não serão flexíveis, em função da implicação com os demais componentes do grupo. Esse encontro servirá também para esclarecer dúvidas sobre como participar de um grupo terapêutico.

Nessa forma de atendimento, o valor dos honorários é mais econômico, com pagamento mensal, sendo o grupo conduzido por duas psicólogas simultaneamente.

No decorrer do processo terá a possibilidade de agendar um seção individual com uma das psicólogas, sem acréscimo financeiro.