Dr. Lair Ribeiro é um renomado cardiologista e nutrólogo, possui mais de
149 artigos científicos publicados em revistas médicas
norte-americanas, trabalhou em Harvard, lecionou medicina em mais de 22
países, ministra seminários para médicos e tem mais de 35 livros
publicados na área motivacional. Neste vídeo ele fala sobre a
importância de envelhecer com saúde, adotando hábitos mais saudáveis,
como beber muita água, eliminar o consumo de refrigerantes e suprir as
deficiências nutricionais de nossa alimentação cotidiana através de
suplementos alimentares:
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_8/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Descanso em Ondas
Durante a noite nosso sono passa por
várias fases. Facilmente identificadas no eletroencefalograma (EEG):
o estado de vigília é caracterizado por ondas alfa e beta de alta
frequência, que atinge o máximo de 50 hertz. Quando adormecemos, a
frequência da ondas se reduz cada vez mais. Estudiosos do sono
destacam, além do sono REM (rapid eye movement, isto é,
movimento oculares rápidos), a fase NREM (movimentos oculares não
rádios). O sono profundo propriamente dito é rico em ondas delta de
frequência muito baixa e ocorre sempre mais raramente à medida que
a manhã se aproxima. Já os ciclos de sono no decorrer da noite são
gradativamente reduzidos. É totalmente normal acordar a qualquer
instante durante a noite. Esse fenômeno, em geral não reduz o
efeito repousante, e na maior parte dos caso da manhã seguinte não
nos lembramos desses episódios.
Para Saber Mais
Acute sleep deprivation reduces
energy expenditure in healthy men. C. Benedict et al, em American
Journal of Clinical Nutrition, nº 93, pgs 1229-1236, 2011.
Sleep and brain energy levels ATP
changes during sleep. M. Dworak et. al., em Jounal of
Neurience, nº 30, pgs 9007-9016, 2010.
Mente e Cérebro nº 170, Noites
em Claro. Março de 2007.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_7/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Dieta do Futuro
Os principais fatores de risco que
podem comprometer o equilíbrio orgânico são a redução e a
alteração da fase do sono profundo, visto que nesse período o
organismo se esforça para garantir o máximo de fornecimento d
energia para determinadas regiões cerebrais. Talvez seja justamente
esse o motivo pelo qual insônia crônica e excesso de peso são
condições clínicas que tendem a se apresentar juntas.
Na prática, a compreensão dos efeitos
práticos da complicada interação entre sono e alimentação pode
ser útil a qualquer pessoa que queira se livrar dos quilos a mais.
Em 2010, uma equipe de pesquisadores dirigida por Arlet Nedeltcheva e
Plamen Penev, da Universidade de Chicago, em Illinois, prescreveu a
dez voluntários com sobrepeso uma dieta de duas semanas. Os
participantes do projeto foram divididos em dois grupos: aos
integrantes de um deles era permitido dormir até oito horas e meia
por noite e, ao outro, não mais que cinco horas e meia. As pessoas,
como é natural, emagreciam em ambos os grupos, mas apenas metade da
gordura corpórea em relação a mais da massa muscular (o que
costuma ser prejudicial). Todos esses estudos nos levam a pensar que,
cada vez mais, as recomendações de dormir bem estarão ao lado de
outros conselhos já estabelecidos nos manuais de dieta.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_6/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
A eventual e repentina queda de energia
durante o sono é aparentemente compensada pelo cérebro com uma
sensação muito intensa de fome na manhã seguinte. Mas o que ocorre
quando, Durante a noite, o organismo tem à disposição açúcares
em excesso? O apetite matutino é reduzido? Ao que parece, não: após
ter administrado glicose em alguns voluntários jovens e com boa
saúde durante a noite, foi constatado que o consumo de alimento na
refeição não diminuía. O cérebro de quem dorme reagem de maneira
muito sensível ao déficit d e energia: enquanto quando recebe
demais, limita-se a aceitar com prazer o excedente, sem
consequências.
Também a teoria do selfich brain
do médico Achiin Peters, pesquisador da Universidade de Lübeck,
atribui ao sistema nervoso central a função mais importante na
cadeia dos abastecimentos. De um lado, extrairia as substâncias
nutritivas dos alimentos que consumimos e, de outro, colocaria de
lado as reservas de energia, indo buscá-las nas regiões periféricas
do organismo. Quando esse processo sofre alterações, acabamos
comendo exageradamente. Desse modo, garantimos ao sistema cerebral um
fornecimento constante de energia, mas ao mesmo tempo provocamos uma
“estagnação energética” no organismo. A consequência disso é
o sobrepeso.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_5/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Mas por que quando a mente repousa e o
corpo de mantém imóvel nosso organismo alimenta justamente essas
áreas cerebrais? É possível que, nesses momentos particulares,
seja ativado um processo importante: a consolidação de memórias. O
mecanismo faz com que consigamos recordar por mais tempo o que
acabamos de aprender durante o dia.
Há tempos sabemos que, para recordar
melhor as coisas que acabamos de estudar, depois da “imersão”
nos livros costuma ser útil tirar um cochilo, mas tudo isso não
depende do efeito relaxante. O cérebro, de fato, faz com que durante
o sono os conteúdos da memória que em do hipocampo, onde as
recordações são conservadas apenas por um período de tempo
limitado, sejam “transferidos” para a memória de longo prazo do
córtex cerebral.
A consolidação das recordações,
estritamente ligada ao sono, ocorre somente quando nosso cérebro tem
à disposição reservas suficientes de energia. Essa espécie de
estoque energético “reage” de maneira sensível também a
pequenas quantidades de açúcares no sangue, como tivemos a
oportunidade de demonstrar em nossos experimentos em laboratório . Á
noite, após os participantes do teste terem memorizado duplas de
palavras, no decorrer da noite reduzimos a quantidade de glicose em
seu sangue com administração de insulina. Em comparação ao grupo
de controle cujo nível de açúcares tinha sido mantido em níveis
normais, na manhã seguinte esses voluntários não recordavam tão
bem as informações aprendidas. Talvez a “diminuição de
açúcares” induzida em laboratório tenha subtraído de seu
cérebro o carburante necessário para a consolidação da memória.
Pela manhã, oferecemos às pessoas que
sofreram de hipoglicemia durante a noite um suntuoso bufê: cada um
consumia em média cerca de 150 kal a mais em relação ao valor
ingerido depois de uma noite “normal”. Fi constatado que os
voluntários preferiam lanches ricos em carboidratos, que fornecem
energia ao cérebro mais rapidamente. Ao que parece, esse mecanismo
é acionado também durante o sono, embora fique “desativada” a
percepção da fome. Isso explica por que é muito mais comum
ficarmos famintos quando estamos acordados.
Além disso, observamos que os
participantes do teste tinham mais dificuldade de atingir a fase
delta do sono durante a hipoglicemia noturna. Talvez isso dependa dos
hormônios chamados orexinas (produzidas pelo hipotálamo que
influenciam tanto o comportamento alimentar como o ritmo
sono-vigília), que reagem à redução da glicemia. Sua atividade é
indispensável para nos mantermos acordados durante o dia. Por isso,
pessoas com deficiência de orexinas, como as que sofrem de
narcolepsia, tendem a dormir de repente.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_4/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Gasolina para Lembrar
No sono delta, é como se a necessidade
de açúcar fosse “redimensionada” em comparação ao estado de
vigília. O que indicou isso, entre outras coisas, foram os estudos
realizados por Pierre Maquet, da Universidade de Liège, na Bélgica.
O pesquisador ministrou nos voluntários que participaram de seu
experimento uma solução à base de glicose com uma leve marcação
radioativa. A tomografia por emissão de pósitrons (PET) determinou
a quantidade de açúcares consumida pelo cérebro nas várias fases
de repouso. Assim, descobriu que durante o sono profundo a quantidade
de glicídios necessária era muito mais baixa. Por mais que nesse
momento, em geral, nosso cérebro reduza a própria demanda
energética, algumas áreas cerebrais parecem literalmente inundadas
pelos “carburantes” – produtos químicos, cuja combustão,
permite a obtenção de energia, como a gasolina, por exemplo.
Em 2010, uma equipe de pesquisadores da
Escola de Medicina da Universidade Harvard, coordenados pela
psicóloga Radhika Basheer, mediu a concentração de trifosfato de
adenosina (ATP) – a principal fonte de energia dos processos
metabólicos celulares – no cérebro de ratos. Alguns animais
tinham sido obrigados a permanecer acordados por longo tempo e outros
haviam dormindo normalmente, como de hábito. Após os exames, o s
cientistas observaram que a quantidade de ATP permanecia estável
enquanto os ratos estavam acordados. Mas, assim que entravam no sono
delta, o nível da substância aumentava principalmente nas regiões
cerebrais que são ativas durante a fase de vigília, entre elas o
córtex frontal, o prosencéfalo basal e o hipocampo.
Quanto mais
profundo o sono dos animais, maior era a quantidade de energia
colocada à disposição de seu cérebro.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_3/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Dormir pouco também altera a taxa
glicêmica. Essa reação foi demonstrada pela equipe de Eve Van
Cauter. Os pesquisadores pediram a alguns rapazes que dormissem
apenas quatro horas por seis noites seguidas e nas seis noites
sucessivas podiam ficar na cama por até 12 horas. No quinto dia de
cada período foi realizado um teste no qual os participantes
receberam uma solução açucarada.
Após o aumento considerável da
concentração de glicose no sangue, os níveis voltaram a diminuir
pouco a pouco. Mas os pesquisadores perceberam que os valores de
glicemia desciam mais lentamente depois de noites “breves”, em
comparação ao das pessoas que tinham dormido. O motivo? O organismo
produzia menos insulina, hormônio que tem a tarefa de concentrar no
fígado, nos músculos e nos tecidos adiposos a glicose presente no
sangue. Além disso, as células não reagiram no mais com a mesma
sensibilidade ao neuro-transmissor: a chamada “sensibilidade à
insulina”, caia dramaticamente, estabilizando-se em um nível que
os médicos verificam, normalmente nos pacientes com alterações do
metabolismo.
O fato de um sono repousante influir na
glicemia já havia sido demonstrado em um estudo realizado nos
Estados Unidos, o Nurses’Health Study. No qual foram examinadas, em
um período de 30 anos e a intervalos regulares, cerca de 70 mil
enfermeiras. A diminuição da quantidade e da qualidade das horas de
sono aumentava o risco de ficarem doentes e de se tornarem
diabéticas. Essa possibilidade aumentava em mais de 50% entre
profissionais com menos de cinco horas de sono, em comparação às
que dormiam mais de oito.
Para o equilíbrio energético do
organismo o elemento decisivo é a qualidade do sono. Durante a fase
profunda, que se instaura principalmente nas primeiras horas da
noite, o organismo produz muitos hormônios que agem sobre o
metabolismo dos glicídios. Essa etapa, medido por
eletroencefalograma (EEG), mostra ondas lentas, as chamadas “delta”.
Em 2008, o grupo de Eve Van Cauter
afirmou que a alteração do sono delta pode desorganizar o mecanismo
de controle dos glicídios no sangue. A pesquisadora fez com que um
grupo de indivíduos que estavam dormindo ouvisse alguns sons de
frequência e intensidade tais que impediam que acordassem, mas que
também não entrassem no sono delta. A equipe registro consequências
dramáticas: a tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina,
de fato, diminuíam para um quarto.
Durante o repouso noturno o cérebro
supre a própria necessidade energética recorrendo quase
exclusivamente aos açúcares. Embora essas substâncias constituam
apenas 2% da massa corpórea, o consumo cerebral de glicose e
oxigênio corresponde a 20% de seu consumo total.
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_2/8
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Famintos e Preguiçosos
Em 2011, o bioquímico Peter Jones,
doutor em nutrição, e sua equipe a Universidade de Manitoba, em
Winnipeg, no Canadá, também procuraram entender se é mesmo verdade
que comemos mais quando dormimos pouco. Os especialistas em
alimentação acordaram os voluntários que participavam do teste
após quatro horas de sono, por cinco dias, enquanto o grupo de
controle repousava nove horas. Os cientistas documentaram em detalhes
os alimentos consumidos pelos participantes durante o café da mana.
Descobriram que aquém ainda sentia sono consumia em média 300
calorias a mais do que os indivíduos mais descansados – na
prática, a energia corespondente a meio tablete de chocolate. Além
disso, quem havia dormido pouco consumia cerca de 30% a mais de
gorduras saturadas, particularmente nocivas à saúde.
Além dos hábitos alimentares, também
a atividade física incide sobre o peso. Por isso, em 2009, na
Universidade de Lübeck, na Alemanha, registramos a intensidade da
atividade física de alguns voluntários depois de um sono noturno,
longo ou breve. Para isso, colocamos em seus pulsos equipamentos
chamados acelerômetros, que os participantes mantiveram por todo o
dia durante suas atividades cotidianas. Avaliando as medições foi
constatado que as pessoas com carência de sono se moviam menos e
muito mais lentamente do que as que haviam tido uma noite inteira
dedicada ao repouso. Isso demonstra que a falta de sono induz à
preguiça.
Mais: quando os participantes
submetidos ao teste ficavam de pé a noite toda, no dia seguinte,
emitiam menos calor corpóreo, indício de que após uma noite
insone, o organismo “prefere” manter para si as reservas
armazenando-as na gordura, em vez de queimá-las. Quando precisamos
de energia, parte dela é liberada sob a forma de calor e, se essa
“emissão” diminui,as calorias são depositadas principalmente em
nossos quadris. Por meio de um teste chamado calorimetria indireta,
medimos a termogênese ou seja, a produção de calor pelo corpo. Os
participantes respiram em um aparelho que registra a quantidade de
oxigênio que se transforma em anidrido carbônico. Usando uma
fórmula complexa calcularmos a quantidade de energia consumida.
Não sabemos ainda se o efeito se
manifesta também depois de uma carência prolongada de sono.
Entretanto, muitos estudos indicam que os pacientes com distúrbios
crônicos do sono consomem mais reservas durante a noite: é provável
que esse processo seja compensado no dia seguinte pelo organismo para
fazê-lo “reduzir a marcha”.
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Dormir bem, comer melhor_1/8
Há uma forte e estreita
relação entre insônia e excesso de peso; estudos recentes
confirmam que quanto pior é a qualidade (e a quantidade) do sono,
mais aumenta a probabilidade de acumularmos quilos indesejáveis
Por
Manfred Hallschmid e Jan Born
Revista
Mente e Cérebro nº 235 - pgs 41-45
Manfred Hallschmid é psicólogo,
pesquisador do Instituto de Neuroendocrinologia da Universidade de
Lübeck, na Alemanha. Jan Born dirige o Instituto de Psicologia
Médica e Neurobiologia do Comportamento da Universidade de Tübingen,
na Alemanha.
“Posso passar às 10 h ou nesse
horário você ainda está dormindo?” José ouve muitas vezes esse
tipo de pergunta. Sabem bem que, por estar acima do peso, muitas
pessoas o consideram um dorminhoco. A verdade, porém, é que ele
passa boa parte a noite virando-se inquieto, de um lado para outro na
cama e olhando os números luminosos no despertador. O que o rapaz
não sabe é que seus quilos a mais podem estar ligados a sua
dificuldade de dormir.
Para muitos insones o problema é
simplesmente não conseguir “se desligar”; para outros o desafio
é não ter tempo para um repouso noturno eficiente. Na realidade,
nos últimos 60 anos, moradores de países industrializados sofreram
redução de um a duas horas no tempo de sono, que hoje é de certa
de sete horas por noite. Ao mesmo tempo cresceu muito o número de
pessoas com sobrepeso e obesidade mórbida; vários especialistas
falam até em uma “epidemia de obesidade”. Dezenas de estudos
epidemiológicos que associam os dois fenômenos indicam que entre
eles há uma relação estatística.
Quanto menos dormimos, mais
aumenta a probabilidade de ganharmos alguns quilos a mais – um fato
confirmado também por muitos estudos longitudinais.
Mas quais são os mecanismos biológicos
da relação entre insônia e obesidade? Céticos ressaltam que a
maior parte dos estudos sobre o assunto se baseia apenas nas
autoavaliações dos participantes, sem se ater a dados confiáveis e
objetivos sobre qualidade do sono obtidos somente com base em
avaliações aprofundadas conduzidas nos laboratórios do sono. Por
esse motivo são cada vez mais numerosos os pesquisadores que
procuram compreender melhor a relação entre qualidade do sono e
alimentação por meio de estudos experimentais controlados.
Uma dessas pesquisadoras é a
endocrinologista Eve Van Cauter, da Universidade de Chicago. Em 2004
ela e seus colaboradores pediram a um grupo de rapazes que dormissem,
por duas noites, apenas quatro horas, enquanto o outro grupo podia
ficar na cama por nove horas. Em seguida, os pesquisadores aplicaram
exames em todos os voluntários para avaliar índices hematoquímicos
e constataram que a falta de sono fez aumentar a concentração de
grelina em cerca de 30%. Esse hormônio, produzido principalmente no
estômago, é responsável pela sensação de fome. Seriam talvez as
noites ”breves” as responsáveis pelo aumento do apetite?
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Você tem fome ou sede?_2/2
Mais
problemas por falta de água:
Respiração
dificultada, por vezes levando à falta de ar, sobretudo nos
exercícios físicos;
Obstipação
e por vezes, sangramento rectal (devido ás fezes ressecadas,
endurecidas que
lesam o tecido intestinal ao moverem-se em seu interior);
Impotência
ou disfunções erécteis ou, no caso das mulheres, sangramentos
vaginais.
Evite
também, a ingestão de água pelo menos meia hora antes das
refeições, para não prejudicar a digestão.
Sabia
que ... ?
O
mecanismo da sede é tão débil que com frequência 37% das pessoas
confunde-a com fome?
Uma
desidratação imperceptível retardará o metabolismo em cerca de
3%.
Um
copo de água acalmará a fome durante a noite em cerca de 95% dos
casos de dieta de emagrecimento, segundo um estudo realizado na Universidade de Washington.
A
falta de água é a causa nº 1 da fadiga diurna.
Estudos
preliminares indicam que de 8 a 10 copos de água por dia, poderão
aliviar significativamente as dores lombares e das
articulações em 80% das pessoas com estes problemas.
Uma
descida de apenas 2% de água no corpo, pode causar perda momentânea
de memória, dificultades com os cálculos básicos e problemas de
focalização da vista no
monitor do computador ou sobre uma página impressa?
Beber
5 copos de água por dia diminui o risco de cancro do colon em cerca
de 45% e baixa o risco de cancro da mama em cerca de 79% e reduz a
metade as probabilidades de
desenvolver cancro da bexiga.
Uma
descida de apenas 2% de água no corpo, pode causar perda momentânea
de memória, dificultades com os cálculos básicos e problemas de
focalização da vista no
monitor do computador ou sobre uma página impressa?
Beber
5 copos de água por dia diminui o risco de cancro do cólon em cerca
de 45% e baixa o risco de cancro da mama em cerca de 79% e reduz a
metade as probabilidades de
desenvolver cancro da bexiga.
Você
bebe a devida quantidade de água diariamente?
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