domingo, 31 de janeiro de 2010

Pesquisa: 98% das cidades brasileiras têm problemas ligados ao crack

Presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) critica plano de ação do governo federal
Rafael Moraes Moura - O Estado de S. Paulo

CNM. Mapeamento_do_Crack. 2010.pdf

BRASÍLIA - O consumo de crack já se alastrou pelo País, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgada na manhã de hoje, em Brasília. Levantamento feito com 3.950 cidades mostra que 98% dos municípios pesquisados enfrentam problemas relacionados ao crack e a outras drogas. "Falta uma estratégia para o enfrentamento do uso do crack. Não há integração entre União, Estados e municípios", alertou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Ziulkoski criticou o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado pelo governo federal em maio deste ano. "É um programa que não aconteceu, praticamente nenhum centavo chegou". Ao apresentar os números, ele disse que não avaliaria se a iniciativa teve intenções eleitoreiras. "Apenas estou trazendo números e realidades".

A CNM observa ainda que, embora haja um grande esforço para a redução da mortalidade infantil, não há política de Estado de prevenção à mortalidade juvenil. A confederação também ressalta a importância de ações na região de fronteira para impedir a entrada de droga no País.

Números. O estudo da CNM constatou que, dos municípios pesquisados, apenas 14,78% afirmaram possuir Centro de Atenção Psicossocial (Caps), que oferece atendimento à população e acompanhamento clínico de pessoas com transtornos mentais, entre eles usuários de drogas.

Quando o assunto foi a existência de programa municipal de combate ao crack, 8,43% das cidades alegaram possuir alguma iniciativa dessa natureza. Mesmo sem um programa definido e com a falta de apoio das demais esferas de governo, 48,15% dos municípios realizam campanha de combate ao crack, aponta a pesquisa.

Ações do governo. Em maio deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que criou o Plano Integrado para Enfrentamento do Crack, destinando R$ 410 milhões com o objetivo de duplicar, ainda em 2010, o número de vagas para internação de usuários da droga. O plano também visa treinamento de profissionais na rede pública de saúde e assistência social para atender os usuários e a família, além de medidas de combate ao tráfico.

A presidente eleita Dilma Rousseff citou em diversas ocasiões o combate ao crack como uma de suas prioridades no plano de governo. Ainda como pré-candidata, Dilma afirmou que estava preocupada com a droga, que "mata, é muito barata e está entrando em toda periferia e em pequenas cidades", prometendo enfrentar "essa ameaça com autoridade, carinho e apoio."

Fonte: UNIAD

sábado, 30 de janeiro de 2010

Pisicoterapia Infantil

A Psicoterapia Infantil, destina-se a trabalhar com crianças de até 12 anos que apresentam alguma dificuldade de relacionamento social, escolar e familiar, problemas de comportamento como:

agressividade

hiper-atividade

apatia

problemas de medo excessivo

enurese noturna (urinar nas vestes dormindo)

encoprese (evacuar nas vestes)

insegurança

sentimento de culpa

baixa auto-estima

auto-imagem negativa

ou ainda situações de trauma (abuso sexual, violência física ou psicológica, abandono, perda de ente querido, etc.).

Através de jogos dirigidos utilizando-se de argila, areia, água, tinta, estórias, gravuras, desenhos, ferramentas e muitos outros materiais lúdicos, proporciona à criança a expressão livre de suas fantasias, medos e sentimentos, para que ela espontaneamente expresse o seu conflito interno.

Será feita uma entrevista inicial com os pais ou os cuidadores dessa criança para ouvir a queixa e também para explicar o método a ser utilizado, e como será feita a adaptação da criança à terapia.

Nessa ocasião, será discutido o valor dos honorários e será firmado um contrato verbal sobre dia e horário de atendimento, que pode ser flexível, mediante entendimento prévio.

Após algumas seções, os responsáveis serão convidados para uma orientação, visando uma maior compreensão e elaboração da dinâmica familiar.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Como Agendar a Psicoterapia

Você pode fazer terapia individual ou em grupo.

Para agendar seu horário ligue para (11) 9977-3298 (não esqueça de deixar seu nome e telefone na secretária eletrônica).

Ou envie um e-mail para: minespab@gmail.com

Entrevista inicial para procedimento individual

Será agendado um horário para um período de 60 minutos, ocasião em que o psicólogo ouvirá a queixa do cliente, irá expor seu método de trabalho e esclarecerá suas dúvidas.

Será firmado um contrato verbal sobre dia e horário de atendimento, que pode ser flexível, mediante entendimento prévio.

Nessa primeira entrevista discutiremos também os honorários e a forma de pagamento, levando em consideração a disponibilidade financeira do cliente e dependendo também do procedimento terapêutico a ser adotado e da freqüência semanal necessária.

Procedimento para grupo

Uma pessoa interessada em participar de grupos terapêuticos deverá agendar uma entrevista com uma das psicólogas para um primeiro contato e verificar a disponibilidade de horário em função dos grupos existentes.

Nesse caso, o dia e horário de atendimento não serão flexíveis, em função da implicação com os demais componentes do grupo. Esse encontro servirá também para esclarecer dúvidas sobre como participar de um grupo terapêutico.

Nessa forma de atendimento, o valor dos honorários é mais econômico, com pagamento mensal, sendo o grupo conduzido por duas psicólogas simultaneamente.

No decorrer do processo terá a possibilidade de agendar um seção individual com uma das psicólogas, sem acréscimo financeiro.

domingo, 29 de novembro de 2009

Terapia de Casal

TERAPIA DE CASAL

Dificilmente os casais sabem dizer claramente porque se escolheram, pois as motivações que regem essa e talvez a maioria de nossas escolhas na vida são inconscientes. Essa relação tão íntima, tão carregada de afetos e frustrações, por vezes precisa ser repensada com o auxilio de alguém que não faça parte dessa história, que não tome partido e que não tenha território a defender.

O objetivo é criar um espaço para se reconhecer e conhecer o parceiro, de forma mais funcional, com menor carga de cobranças, expectativas, mágoas.

Esse novo olhar pode levar a vários caminhos, como estimular uma aliança mais saudável e construtiva ou ao questionamento da continuidade da relação, sendo importante a participação consciente do casal.

A Psicoterapia de Casal é indicada quando o casal (marido e mulher, namorados, pais e filhos, amigos, irmãos, etc) está enfrentando problemas em sua relação afetiva/emocional ou dificuldades de ordem sexual. Normalmente os membros do casal são atendidos juntos, sendo enfatizados na psicoterapia os aspectos relacionais e/ou sexuais.

sábado, 28 de novembro de 2009

Terapia de Grupo


Objetivos

A evolução pessoal de seus participantes, em termos de maior percepção, Contacto e melhor comunicação, flexibilidade e maior relacionamento nenhum espontaneidade.

Troca

Próprios visualização dos seus problemas e interação com o grupo.

Vantagem Em relação à terapia individual

Menor investimento por participante.

Técnicas utilizadas

Em conjunto com um co-terapeuta, psicodrama, Psicossomática, Gestalt e Bioenergética.

Indicação

Pessoas inibidas, excessivamente conformistas, obsessivas, perfeccionistas, deprimidas, que indivíduos, Em função desse quadro, encontram pouca satisfação na vida.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Campos de Aplicação da Gestalt

Espaços em que a Gestalt pode se implantar legitimamente e contribuir com uma nova perspectiva:

Gestalt junto a crianças e adolescentes, casais em processo de divórcio e divorciados, celibatários ou solitários, expansão da sexualidade, grupos de mulheres, homossexuais, etc. Preparação para a aposentadoria, acompanhamento dos últimos momentos de vida. Grupos especiais para psicóticos, doenças psicossomáticas, cancerosos, alcoólicos, toxicômanos, bulímicos ou obesos, desempregados, imigrados.

Além disso, vemos tentativas de associar a Gestalt a outras abordagens como análise transacional, rebirth, bioenergética, programação neurolingüística, psicodrama, yoga, rolfing, massagem, haptonomia, eutonia, astrologia, tarô, tudo isso com maior ou menor sucesso, conforme o caso.

Registramos experiências de aplicação da Gestalt em domínios variados: hospitais psiquiátricos, prisões, escolas, infância desajustada, serviços sociais, conselhos conjugais, terapia familiar, empresas publicidade, entre agricultores, dentistas, etc.

Fonte: Gestalt – Uma terapia de contato – Serge e Anne Ginger – Summus Editorial
Imagem: Ground Vasa

O Desenvolvimento Histórico da Gestalt

Pode-se considerar que a Gestalt germinou progressivamente no espírito de Perls nos anos 40, quando ele ainda estava na África do Sul, mas seu nascimento e seu batismo oficial datam de 1951, em Nova York. A Gestalt foi elaborada, sobretudo, a partir de intuições de Fritz Perls, psicanalista judeu de origem alemã, que imigrou aos 53 anos para os Estados Unidos.

Na realidade, os princípios fundamentais da Gestalt não eram exatamente novos. O próprio Perls declarou: “Costumam me chamar de fundador da Gestalt-Terapia: não é verdade! Se me chamarem de descobridor ou redescobridor, concordo! Pois a Gestalt é tão velha quanto o próprio mundo. De fato, nela tanto encontramos a maiêutica socrática quanto a tradição chinesa.

O avanço inicial da Gestalt foi lento: só em 1951 Goodman deu uma forma coerente às 100 páginas de notas manuscritas de Perls; os dois primeiros institutos de Gestalt apareceram pouco depois: o de Nova York em 1951 e o de Cleveland em 1954 (mas o primeiro programa de formação estruturado só foi proposto em 1966).

As manifestações californianas só se instalaram uma dúzia de anos mais tarde: o Instituto da Gestalt de São Francisco, em 1967 e o de Los Angeles, em 1969. Enquanto isso, Jim Simkin inaugurava seu primeiro grupo de formação, em 1968, e em Esalen (e em outros lugares) soprava um vento novo... Assim, os primeiros diplomados só apareceram a partir de 1969.

Desde a origem se desenvolveram três tipos de Gestalt:

• “Gestalt de cabeça”, de suporte principalmente verbal, que se difundiu na costa leste (Nova York e Boston e depois Quebec), e daí para a Europa. Ela se reporta principalmente aos trabalhos de P.Goodman e I.From;

• “Gestalt do coração”, emocional e social, em Cleveland, onde foi formada a maior parte dos teóricos: J.Zinker, E.eM.Polster;

• “Gestalt das tripas”, emocional, corporal e grupal, na Califórnia, em Esalem, São Franciso e Los Angeles.

Ela teve uma infância relativamente obscura e um desenvolvimento limitado. Foi bem mais tarde, na Califórnia, que ela ficou célebre durante o amplo movimento de contracultura de 1968, que devia sacudir o planeta, em busca de novos valores humanistas de criatividade, dando a cada um sua parte na responsabilidade e procurando

Revalorizar o ser em relação ao ter,
emancipar o saber em relação ao poder


Até recentemente a Gestalt era ainda bem pouco conhecida na França, enquanto nos Estados Unidos ela se tornou um dos métodos de terapia, de desenvolvimento pessoal e de formação mais difundidos.

Foi introduzida na Alemanha a partir de 1969 e ensinada desde 1972 em vários institutos.

Fonte: Gestalt – Uma terapia de contato – Serge e Anne Ginger – Summus Editorial
Imagem: Vaso de Rubim

A Essência da Gestalt

A Gestalt, para além de uma simples psicoterapia, apresenta-se como uma verdadeira filosofia existencial, uma “arte de viver”, uma forma particular de conceber as relações do ser vivo com o mundo.

A genialidade de Perls e de seus colaboradores (Laura Perls e Paul Goodman, principalmente) foi elaborar uma síntese coerente de várias correntes filosóficas, metodológicas e terapêuticas européias, americanas e orientais, constituindo assim uma nova “Gestalt”, na qual “o todo é diferente da soma de suas partes”.

A Gestalt se situa na intersecção entre a psicanálise, as terapias psicocorporais de inspiração reichiana, o psicodrama, o sonho-desperto, os grupos de encontro, as abordagens fenomenológica e existencial, as filosofias orientais.

Ela dá ênfase à tomada de consciência da experiência atual (“o aqui e agora”, que inclui o ressurgimento eventual de uma vivência antiga) e reabilita a percepção emocional e corporal, ainda muito censurada na cultura ocidental, que coíbe severamente a expressão pública da cólera, da tristeza, da angústia ... mas também da ternura, do amor ou da alegria.

A Gestalt desenvolve uma perspectiva unificadora do ser humano, integrando ao mesmo tempo as dimensões sensoriais, afetivas, intelectuais, sociais e espirituais.

Ela favorece um contato autêntico com os outros e consigo mesmo, um ajustamento criador do organismo ao meio, assim como uma consciência dos mecanismos interiores que nos levam, bem freqüentemente, a condutas repetitivas. Ela coloca em destaque nossos processos de bloqueio ou de interrupção no ciclo normal de satisfação de nossas necessidades e desmascara nossas evitações, medos e inibições, assim como nossas ilusões.

A Gestalt não objetiva simplesmente explicar as origens de nossas dificuldades, mas experimentar pistas para soluções novas: ela prefere o sentir como, mobilizador de mudança, à procura lancinante do saber por quê.

Em Gestalt, cada um é responsável por suas escolhas e suas evitações. Cada um trabalha no ritmo ou no nível que lhe convém, a partir daquilo que emerge para si no momento, quer se trate de uma percepção, emoção ou preocupação atual, da revivência de uma situação passada mal resolvida ou “inacabada”, ou ainda de perspectivas incertas e de futuro.

O trabalho é geralmente individualizado, mesmo quando em grupo, este então é utilizado como suporte ou como “eco” amplificador. A Gestalt integra e combina, de forma original, um conjunto de técnicas variadas, verbais e não-verbais, tais como: despertar sensorial, trabalho com a energia, a respiração, o corpo ou a voz, expressão da emoção, trabalho a partir dos sonhos, criatividade (desenho, modelagem, música, dança, etc).

Para se resumir em uma frase o que parece caracterizar a abordagem da Gestalt: não se trata de compreender, analisar ou interpretar os acontecimentos, comportamentos ou sentimentos, mas, sobretudo, de favorecer a tomada de consciência global da forma como funcionamos e de nossos processos:

- de ajustamentos criador do meio,
- de integração da experiência presente,
de nossas evitações e de nossos mecanismos de defesa ou resistências.

Parafraseando Sartre, “psicologizando” uma de suas declarações:

o importante não é o que fizeram de mim
mas o que eu faço do que fizeram de mim.


Não se trata, no entanto, de negar ingenuamente a herança biológica, nem as experiências da primeira infância, tampouco de minimizar a pressão cultural do meio social, mas sobretudo de buscar a coerência interna de meu estar-no-mundo global, para descobrir e elaborar minha “torre” de liberdade, meu próprio estilo de vida em sua especificidade e originalidade.

A Gestalt me incita, sobretudo, num primeiro momento, a me conhecer melhor e a me aceitar tal como sou e não a querer mudar para me adaptar a um modelo de referência explicativo ou idealizado, seja ele individual ou social, interno ou externo, filosófico, moral, político ou religioso.

“Ser o que sou, antes de ser de outra maneira:
é a teoria paradoxal da mudança (Beisser, 1970)


A Gestalt me encoraja, de certa maneira, a navegar no sentido de minha própria corrente e não a me exaurir lutando contra ela: observar as profundas correntes internas de minha personalidade, explorar os ventos variáveis de meu meio, e ainda mantendo a responsabilidade vigilante pelas velas e pelo leme, para realizar aquilo que sou e traçar meu rastro efêmero na superfície do oceano, conforme o caminha que escolhi para mim.

Na prática, estes princípios desembocam em um método específico de trabalho, de inspiração fenomenológica, apoiado num certo número de técnicas, às vezes chamadas de “jogos”, “exercícios” ou “experimentos”.

Fonte: Gestalt – Uma terapia de contato – Serge e Anne Ginger – Summus Editorial
Imagem: Saxofonista ou senhora? de John Stuart Mill

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A escolha da Carreira Profissional


A escolha da carreira profissional é um dos momentos mais importantes da vida humana. Através de seu trabalho, o ser humano se manifesta, se define e se desenvolve.

Definitivamente o trabalho ocupa um papel de destaque na existência humana. A realização profissional mantém uma estreita relação com a realização pessoal.

O trabalho se constitui como o meio privilegiado de expressão da humanidade. É através do trabalho que ela tenta realizar seus desejos e seus sonhos. O trabalho permite ao ser humano imprimir sua marca na história e na cultura. E é através do trabalho que a humanidade constrói o que convencionamos chamar de civilização.

Um simples vaso de barro feito por um artesão de uma antiga civilização, quando é descoberto por um arqueólogo, é percebido como um símbolo da inteligência e da ação transformadora do homem, que é capaz de deixar sua marca para além de sua fugaz existência individual.

Da mesma forma que as descobertas arqueológicas dizem muito sobre as antigas civilizações, as opções em termos de carreira dizem muito sobre o indivíduo. Ao decidir por uma profissão, ele está escolhendo o meio privilegiado através do qual irá expressar seus valores e habilidades, bem como satisfazer suas necessidades.

Talvez seja um dos momentos mais difíceis e decisivos na vida de uma pessoa, aquele no qual ela faz uma opção de carreira. Tal decisão, como bem o sabemos, terá conseqüências para toda a sua vida.

Para Jean Paul Sartre, a escolha é o fundamento da liberdade. Porque pode escolher, o ser humano é livre. E essa liberdade é a qualidade que define o ser humano.

Uma carreira gratificante não é obra do acaso, tão pouco existe sorte. Ela é fruto de escolhas inteligentes e muitas vezes corajosas. Demanda a solução das dúvidas na hora certa, a elaboração das perdas e a realização das mudanças necessárias. Uma carreira bem resolvida e plena de significado dá às pessoas a certeza de que valeu a pena ter sido vivida.

Orientação Vocacional

Desde muito cedo, numa evidente, natural e compreensível atitude de defesa, o jovem acostuma-se a especular sobre o seu futuro.

Que futuro estará reservado para mim? O que vou escolher para estudar? Que carreira vou seguir? Qual o trabalho que me dará mais satisfação?

Estas e inúmeras outras perguntas semelhantes refletem bem as dúvidas e preocupações que envolvem os jovens e, também, seus pais.

Todas estas dúvidas ocorrem na difícil fase da adolescência, quando fatores de toda ordem – orgânicos, psicológicos e sociológicos – interferem tão ativa e conflitantemente no comportamento do jovem, aumentando a sua insegurança.

Orientação vocacional é o encaminhamento para o trabalho adequado às aptidões, aos interesses e aos ideais de cada indivíduo, isto é, “processo de assistir um indivíduo na escolha de uma profissão ou carreira; prepará-lo para ela, de fazê-lo nela entrar, e fazê-lo nela progredir”.

“Sem trabalho, toda vida apodrece. Mas, sob um trabalho sem alma, a vida sufoca e morre”. (Albert Camus)